quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Depressão pós-parto ou baby blues? Entenda a diferença

Depressão pós-parto ou baby blues? Entenda a diferença

Quem me acompanha no blog sabe que estou rodeada de amigas que estão se tornando mães pela primeira ou segunda vez. Apesar de esta ainda não ser a minha realidade, o tema maternidade está sempre em pauta em nosso papo. Embora a chegada do bebê seja um momento de muita alegria, as alterações hormonais que ocorrem no corpo da mulher no pós-parto é tão brusca que desestabiliza qualquer mãe. Na maioria dos casos, trata-se do chamado baby blues. São aqueles 15 primeiros dias pós-parto que a mulher vivencia momentos de tristeza, irritação leve e choro repentino. Após este período, os sintomas desaparecem sem nenhum tipo de tratamento.

Caso os sintomas do baby blues persistam ou se acentuem, é bem provável que o quadro evoluiu para depressão pós-parto – doença que acomete de 10% a 15% das mulheres no puerpério, garante a psicóloga Ana Merzel Kernkraut, coordenadora de Psicologia no Hospital Albert Einstein.

Segundo ela, choro excessivo, irritabilidade, superproteção ou negligência com o bebê são os sintomas mais característicos da depressão.

– Outros sinais que denunciam a depressão pós-parto são dificuldade para dormir ou excesso de sono, alteração do apetite, esquecimento, vulnerabilidade, isolamento e falta de interesse de resgatar atividades que antes achava prazerosa.

A especialista alerta que alguns perfis de mulheres devem redobrar a atenção com o quadro, entre elas, quem tem histórico familiar de depressão, mudança de status socioeconômico, morte na família, mulheres submetidas a tratamentos de fertilização, que tiveram bebês prematuros ou que nasceram com algum problema de saúde.

– Tudo isso é considerado fator de risco e pode favorecer o aparecimento da depressão pós-parto.

Nem sempre a mamãe consegue identificar o problema, por isso obstetras, familiares e o próprio marido devem ficar atentos a estes sinais. Uma vez diagnosticado o quadro, é fundamental o acompanhamento médico, inclusive com o uso de medicamento compatível com a amamentação. A psicoterapia também deve entrar em cena como um reforço para a mãe enfrentar os novos desafios.

Depressão pós-parto não é frescura!

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Depressão pós-parto ou baby blues? Entenda a diferença


10 dicas para o seu filho comer direito (e sem Peppa)

10 dicas para o seu filho comer direito (e sem Peppa)

Eu ainda não tenho filhos, mas adoro fazer as refeições na mesa conversando com o meu marido e experimentando novos sabores e texturas. Fico triste quando vejo algumas mamães que deixam os filhos comer na frente da televisão (assistindo Peppa Pig e Mickey) ou jogando qualquer coisa no tablet e smartphone. Há pouco tempo, entrevistei o ator e apresentador Márcio Garcia sobre paternidade e ele me contou que na sua casa o horário do jantar é às 19h30 e ele faz questão de reunir a esposa e os 4 filhos todos os dias. Achei demais o depoimento e até comentei com o meu marido que pretendo seguir o exemplo. Espero que eu consiga!!!

Recentemente, participei do lançamento do projeto Unidos por Crianças Mais Saudáveis, da Nestlé, e aproveitei a presença da pediatra Ana Escobar para pegar algumas dicas sobre alimentação infantil. Confira (e coloque-as em prática, claro)!

Leia também: Alimentação saudável na gravidez previne doenças crônicas no bebê 

1 – Antes de insistir para o seu filho comer brócolis, por exemplo, pare e pense se vocês, papai e mamãe, dão o exemplo. Reflita sobre os hábitos alimentares da sua casa e avalie se está condizente com o discurso para o seu filho.

2 – Tente incluir sempre que possível a criança no processo de compra e preparo dos alimentos. Esta é uma forma lúdica de ensinar aos pequenos as diferentes formas de comer o legume e até dar a chance de ele escolher o prato do dia.

3 – A refeição é o momento de unir a família, então aproveite este tempo para saber como foi o dia do seu filho. Desligue a televisão, computador, tablet e celular. Lembre-se de que 2 horas por dia é o máximo de tempo que uma criança pode usar qualquer tipo de aparelho eletrônico.

4 – A criança precisa ter horário para as refeições, então tente organizar a agenda da família para que todos possam sentar-se a mesa juntos. Rotina é importante em qualquer faixa etária!

5 – Evite enganar a criança escondendo a ervilha no meio do feijão, por exemplo. Ela tem todo o direito de não gostar de um ou outro alimento, mas precisa experimentar. Algumas nutricionistas defendem que a criança deve comer 10 vezes o mesmo alimento, em preparos diferentes, antes de dizer que não gosta.

6 – Monte o prato junto com o seu filho para que ele participe deste processo. Fale o nome dos alimentos e deixe as porções separadas para a criança poder sentir os sabores e texturas. Quanto mais colorido, mais saudável é o prato.

7 – Criança gosta de comer sozinha, então permita que ela sinta e toque nos alimentos para sentir as texturas. É claro que vai fazer sujeira, mas a experiência é muito mais importante para os pequenos.

8 – Criança não deve ficar muitas horas sem se alimentar. Além das principais refeições, é fundamental que ela faça os lanchinhos intermediários.

9 – Depois da refeição, ofereça um líquido para a criança, que pode ser água ou suco natural. Evite os produtos industrializados.

10 – Lembre-se de que criança gordinha não é sinal de saúde. Opte sempre pela qualidade e não quantidade dos alimentos. Refeições com excesso de sal, açúcar e gordura são inadequadas para crianças (e também para adultos)!

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

5 Dicas Para Fazer Exercicios Fisicos No Dia a Dia

5 Dicas Para Fazer Exercicios Fisicos No Dia a Dia

A falta de tempo é a desculpa mais utilizada para quem reluta em fazer exercicios fisicos no dia a dia, não é mesmo? Se este é o seu caso, este artigo vai acabar de uma vez por todas com a sua preguiça e jogar por terra essa teoria de que você não tem tempo. Acha […]

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Qual é a diferença da vacina do SUS e da rede privada?

Qual é a diferença da vacina do SUS e da rede privada?

É com frequência que ouço das mamães, especialmente aquelas de primeira viagem, que a qualidade das vacinas oferecidas pelos postos de saúde não é a mesma das vacinas disponíveis em clínicas particulares. Será?

Para esclarecer essa neura, conversei com o infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações). Segundo ele, as vacinas da rede pública e privada são seguras e protegem a saúde do bebê e da criança.

No entanto, apesar de ambas terem ótima qualidade e garantirem a proteção, é verdade que geralmente as clínicas oferecem as vacinas mais modernas e atualizadas. Porém, isso não significa que as vacinas do SUS são ruins, ok? Como dizem os médicos, neste quesito de imunizações os sistemas público e privado se completam.

13 informações importantes sobre a vacina da dengue

Como o que é bom deve ser elogiado, o Programa Nacional de Imunizações do Brasil oferece à população todas as vacinas recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Então, se a grana está curta, saiba que seu filho já estará bem protegido com as vacinas disponíveis na rede pública.

O mais importante deste post é não deixar de vacinar o seu filho. Neste linkvocê confere todas as vacinas indicadas do nascimento à terceira idade, disponíveis na rede pública e nas clínicas privadas.

Vacina quadrivalente contra meningite tem nova indicação de idade 

Crédito da foto: Agência Brasil

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

10 motivos para você dar mais atenção ao câncer de colo de útero

10 motivos para você dar mais atenção ao câncer de colo de útero

O câncer de colo do útero é o terceiro mais comum entre as brasileiras e mata 1 mulher a cada 90 minutos no País, ou seja, são 5.000 mortes por ano. O número é assustador e muitos especialistas acreditam que isso é reflexo da falta de conhecimento da população sobre esse tipo de câncer e das ferramentas para prevenir e tratá-lo.  Com a ajuda do oncologista Gustavo Fernandes, presidente da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica) e do ginecologista César Eduardo Fernandes, presidente da Febrasgo, selecionei 10 motivos para nós mulheres prestarmos mais atenção nesta doença. Veja!

1 – A infecção por HPV (papilomavírus humano) persistente e não tratada adequadamente é a principal causa do câncer de colo de útero.

2 – Em estágio inicial, geralmente a doença não apresenta sintomas. Por isso, a importância de visitar o ginecologista uma vez por ano e realizar o check-up.

3 – O papanicolau é a principal estratégia para detectar lesões e fazer o diagnóstico precoce do câncer de colo de útero. Mulheres que já iniciaram a vida sexual ou estão entre 25 e 64 anos devem realizar o exame a cada um ou dois anos.

4 – No Brasil, 77% das pacientes com câncer de colo do útero são diagnosticadas com a doença já em fases mais avançadas.

5 – Os sintomas em fases avançadas são: sangramento vaginal anormal, sangramento menstrual mais longo que o habitual, secreção vaginal incomum, com um pouco de sangue, sangramento após a menopausa, sangramento após a relação sexual ou dor durante a relação sexual.

6 – O tratamento do câncer de colo do útero depende do estágio da doença e das condições clínicas de cada paciente, que pode ser medicamento, cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia.

7 – Em geral, o câncer começa a partir de 30 anos, aumentando seu risco rapidamente até atingir o pico etário entre 50 e 60 anos.

8 – O câncer de colo de útero é a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

9 – A doença deve contabilizar 16.340 novos casos em 2016, segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional do Câncer).

10 – A vacina contra o HPV é o método mais eficaz de prevenção do câncer de colo de útero.

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sábado, 20 de agosto de 2016

5 Dicas Para Emagrecer e Perder Barriga

5 Dicas Para Emagrecer e Perder Barriga

É, eu sei que seu dia está muito corrido. Mas de quem não está, não é mesmo? Neste artigo você vai encontrar 5 dicas para emagrecer e perder barriga, mesmo que sua agenda esteja superlotada. Veremos: Como cuidar bem do sono, Como se hidratar durante o dia, Como praticar exercícios físicos, como consumir alimentos saudáveis […]

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

2 Melhores Exercicios Para Perder Barriga

2 Melhores Exercicios Para Perder Barriga

Neste artigo irei abordar os problemas que acarretam a gordura localizada e de quebra informarei os 2 melhores exercicios para perder barriga, de forma garantida. Confira! Devida a nossa correria diária, a falta de exercícios e as comidas fast food acabam nos trazendo os famosos pneuzinhos. Mas isso é muito perigoso para nossa saúde. Por […]

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

2 Exercicios Localizados Que Você Faz de Maneira Errada

2 Exercicios Localizados Que Você Faz de Maneira Errada

Muitas pessoas se aventuram a realizar exercícios físicos sem um acompanhamento de um profissional, entre os exercicios localizados que mais prejudicam o corpo se feitos de modo incorreto, estão: Abdominal e Agachamento. Pensando nisso, resolvi escrever neste artigo sobre os 2 exercicios localizados que você faz de maneira errada e suas maneiras corretas de se […]

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Homens de 30 anos devem fazer check-up da saúde

Homens de 30 anos devem fazer check-up da saúde

Estamos muito próximos do Dia dos Pais, por isso resolvi aproveitar a data para avisar todos os homens do Brasil que é extremamente importante fazer check-up regularmente após os 30 anos para saber como vai a sua saúde. Não precisa ser neurótico, mas é sempre melhor prevenir uma doença do que tratá-la, certo? Você sabia que nós mulheres realizamos 6 vezes mais exames preventivos do que a ala masculina? Os dados são do Ministério da Saúde e confesso que me deixaram bem surpresa.

Segundo o clínico geral Clovis Cechinel, do Delboni Medicina Diagnóstica, não há idade limite para começar a fazer exames preventivos. Caso o homem fume, esteja acima do peso, tenha antecedentes familiares de doenças crônicas e seja sedentário, deve iniciar uma rotina de exames o mais cedo possível, sempre com acompanhamento médico.

E quais exames os homens precisam realizar? O médico avisa que os mais solicitados atualmente são análise completa de urina, fezes e sangue para verificar índices de lípides (como colesterol e suas frações, triglicérides), glicemia (para diagnóstico de diabetes), hemograma (para avaliar anemias e células de defesa), creatinina, ureia e eletrólitos (cálcio, potássio, magnésio e sódio), e radiografia de tórax.

Além desses exames, a Sociedade Brasileira de Urologia recomenda rastreio do PSA (antígeno específico da próstata) e toque retal anualmente em homens acima de 50 anos para verificar a próstata. Mas, se houver diagnóstico de câncer de próstata na família ou para homens negros, o PSA deve ser medido a partir dos 45 anos.

Outro exame de relevância é o testicular, que pode ser avaliado por dosagens hormonais e de marcadores tumorais, além de exames de imagem. O câncer de testículo é mais comum entre 15 e 35 anos e geralmente tem cura, especialmente se for detectado de forma precoce.

A avaliação cardiológica precoce também é de extrema importância quando houver antecedentes familiares de doenças do coração. Nas famílias em que há vários casos de infartos e derrames cerebrais, especialmente quando ocorreram com parentes mais jovens, é mandatória a investigação de aterosclerose (deposição de gorduras nas artérias). Devem fazer parte dessa avaliação geral exames como eletrocardiograma, teste de esforço e ecocardiograma.

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Repatha: novo aliado no tratamento do colesterol alto

Repatha: novo aliado no tratamento do colesterol alto

Hoje é Dia Nacional de Combate ao Colesterol e vou aproveitar a data para falar de uma novidade que acaba de chegar ao mercado brasileiro. Trata-se do medicamento Repatha (evolocumabe), do laboratório Amgen, indicado para o tratamento do colesterol alto. Aí, você vai me perguntar: mas qual é a diferença dele para os remédios que já existem nas farmácias, como as estatinas? Ele é uma nova classe de medicamento que surge para incrementar o tratamento daqueles pacientes de alto risco que não conseguem atingir suas metas (diabéticos, hipertensos e obesos, por exemplo), crianças acima de 12 anos com diagnóstico de hipercolesterolemia familiar e pessoas com intolerância às estatinas. Os estudos clínicos com Repatha mostraram que o medicamento, associado ao tratamento com estatinas, é capaz de reduzir em até 75% o nível de LDL (colesterol ruim).

Por ser um anticorpo monoclonal fabricado em laboratório – com estrutura idêntica à das células de defesa do nosso organismo – o remédio é administrado por meio de injeção uma vez a cada duas semanas. Ele é vendido dentro de uma caneta de aplicação, muito parecida com as canetas de insulina usada por diabéticos.

O remédio já está aprovada pela Anvisa e deve entrar nas prateleiras das farmácias nos próximos dias, assim que a Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) definir o preço.

Veja as consequências do colesterol alto

A dislipidemia é caracterizada pelas alterações dos níveis de colesterol no sangue e atinge 43% dos brasileiros, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). E sabe o que isso significa? Que este grupo de pessoas tem maior chance de desenvolver doenças cardiovasculares – principal causa de morte no Brasil e no mundo. Geralmente, as pessoas associam infarto do miocárdio e AVC (acidente vascular cerebral) com idade avançada, mas o fato é que os atuais hábitos de vida da população estão antecipando esses episódios.

Outra causa de alteração nos níveis do colesterol ruim é consequência de uma doença genética e hereditária chamada de hipercolesterolemia familiar. Em geral, os pacientes que nascem com esta doença apresentam taxas de LDL duas vezes mais altas do que o normal, alerta o cardiologista Francisco Fonseca, livre-docente da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

– O pai e/ou a mãe que portam um gene alterado causador da hipercolesterolemia familiar tem 50% de chance de transmiti-lo para um dos seus filhos. Quando não tratado corretamente, este paciente pode apresentar doenças cardiovasculares mais cedo.

Independentemente das causas, o tratamento para o colesterol alto deve ser seguido pelo resto da vida e exige mudanças no estilo de vida, com prática regular de atividade física e dieta pobre em gorduras, associada à medicação.

Para o cardiologista, a chegada de novos medicamentos representa “um enorme avanço no tratamento da doença que mais mata no mundo”.

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5 alimentos que podem substituir o feijão

5 alimentos que podem substituir o feijão

Confesso que eu não sou fã número 1 de feijão, mas sei que seu consumo é importante no dia a dia pela alta concentração de nutrientes. O problema é que o preço da leguminosa praticamente triplicou e muitas famílias estão em busca de outros alimentos que possam substituí-lo sem prejudicar a saúde. Se você se enquadra neste perfil, fique calmo. É possível substituir o feijão por outros alimentos com as mesmas características nutricionais, garantem as nutricionistas Débora Lima e Rafaela Souza, do HapVida Saúde.

Lentilha

É um alimento fonte em proteínas, carboidratos e vitaminas do complexo B, ácido fólico, potássio, fósforo, cobre, ferro e magnésio.

Ervilha

É fonte de vitamina B1 e, moderadamente, rica em ferro, potássio e cálcio. Segundo Débora, ela tem melhor digestão se for consumida bem cozida e sem a pele. Mas, lembre-se de a ervilha pode ser preparada em sopas, saladas e risotos.

Grão-de-bico

É composto de carboidratos, proteínas e fibras, sendo fonte das vitaminas do complexo B, ácido fólico, ferro, fósforo e potássio, devendo ser consumido cozido.

Soja

É um alimento vegetal, fonte de proteína e que contém em sua composição carboidratos e fibras, sendo também fonte de vitaminas do complexo B, ferro, cálcio, magnésio, potássio e iodo. A soja é considerada um alimento funcional, pois atua na prevenção de doenças crônico-degenerativas como os cânceres de mama, colo de útero e próstata.

Fava

Embora também seja fonte de proteína, carboidratos, fibras, ferro, magnésio, potássio, zinco, vitaminas do complexo B e antioxidantes, a fava deve ser consumida com cuidado, pois é a mais calórica entre todas as opções apontadas pelas nutricionistas.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Como Acabar Com a Barriga Depois Da Gravidez

Como Acabar Com a Barriga Depois Da Gravidez

Uma das maiores preocupações das mulheres após a gestação é recuperar a barriga. É normal que as mulheres continuem inchadas e que leve algum tempo para terem o seu corpo próximo ao que era antes da gravidez. Portanto, não se desespere porque a redução do inchaço pode demorar e varia de acordo com o metabolismo […]

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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

10 dicas para driblar a má digestão

10 dicas para driblar a má digestão

Você sabia que aquela sensação de empachamento ou barriga estufada podem ser consequência de estresse, ansiedade e pouco tempo de mastigação? Segundo dados da Sobed (Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva), a má digestão atinge entre 20% e 40% da população. Se você faz parte desta estatística, como eu faço, siga as dicas do endoscopista Bruno Martins, da Sobed, e da nutricionista Vanderlí Marchiori, vice-presidente da Associação Paulista de Fitoterapia.

1 – Mastigue pelo menos 30 vezes cada alimento colocado na boca. O tempo ideal para uma refeição é de 25 a 30 minutos.

2 – Não tome líquido junto com a refeição. Beba água ou suco 10 minutos antes de iniciar a refeição ou 40 minutos depois.

3 – Alimente-se em pequenas quantidades, ou a cada três horas, para reduzir os intervalos entre as refeições e estimular o metabolismo.

4 – O excesso de peso e acúmulo de gordura corporal geram pressão abdominal e favorecem o refluxo. Por isso, sempre mantenha o peso ideal para a sua altura.

5 – Evite café, chocolate, álcool, frituras e alimentos gordurosos.

6 – Atenção com o consumo de carne. Sua digestão é mais lenta, podendo demorar até três horas para iniciar.

7 – Abandone o cigarro, pois suas substâncias tóxicas agridem as mucosas do esôfago e do estômago, deixando o trato gástrico propenso, inclusive, à gastrite e úlcera.

8 – Evite se deitar por pelo menos três horas após a refeição. É comum o refluxo em pessoas que costumam dormir logo após o almoço ou jantar.

9 – Chás de boldo, carqueja, picão, cardo mariano, erva-doce, hortelã ou ruibarbo (da própria planta e não os de saquinho) ajudam a melhorar a digestão.

10 – Comer uma fatia de abacaxi após a refeição também pode ajudar na digestão.

Atenção! Se essa sensação de estômago pesado for recorrente, é importante procurar o especialista, pois pode ser gastrite ou uma doença mais séria.

Anotou as dicas? Então, depois conta para mim se alguma delas funcionou com você.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Exercicios Para Emagrecer Fora Da Academia

Exercicios Para Emagrecer Fora Da Academia

Aqueles que querem emagrecer não necessitam apenas ter uma dieta balanceada, a prática de exercícios físicos é essencial para o processo. E quando o assunto é exercícios para manter a forma, não é apenas nas academias que você pode queimar as gorduras. Em casa ou até ao ar livre, a prática de atividades físicas é […]

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